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Pesadelo Vívido (solo)

Mensagem por Ammy em Sex Nov 30, 2012 4:16 pm

"...Nnhg..."
Minha cabeça dói...
Yui levou sua mão para os cabelos, massageando o couro cabeludo. O que havia acontecido?
Oh, é... Eu caí...
...
Eu caí...? Por quê?
Alguma coisa naquela frase fez seu cérebro estava soar um alarme... Espere. Por quê o ar está tão estranho? Que cheiro de fumaça é esse? E o calor... A luminosidade passava bruxuleante por entre as suas pálpebras... As suas roupas estavam incomodamente colando ao corpo em suas costas com o suor...
Fumaça... Calor... Luzes que se movem...
"Fogo?!"
Aquilo acordou-a. Ela se pôs em pé em um movimento único... E sua cabeça colidiu no teto baixo.
"OUCH! AI... Aii...!" ela levou as mãos até o local... Por favor não, não... Ela deu um suspiro de alívio, olhando para sua mão. Graças aos céus, ela não estava sangrando...
Porquê o teto está tão baixo? O quê... Ela olhou para cima. Então para os lados.
E sentiu seus olhos arregalando.


...

Que lugar é esse?

Não era à toa que o teto estava tão baixo.
Na verdade... Ele parecia a ponto de desabar à qualquer instante.
O cômodo em que ela estava era repleto de cadeiras quebradas. Era algum tipo de auditório... Havia um cheiro de umidade e fumaça no ar. Uma sequência inteira da parede parecia ter ardido em chamas em algum momento, e estava coberta por espessa fuligem negra. Os holofotes do palco estavam caídos no chão, seus cacos espalhados aqui e ali de maneira desorganizada.
O que ela havia acabado de colidir era o teto de palco, uma placa de concreto e madeira que havia quebrado ao meio e desabado, ficando flutuando perigosamente à pouco mais de um metro do chão. As luzes que se moviam vinham na verdade de um buraco no teto... Relâmpagos.
Era possível ver um céu completamente nublado.
Yui não saberia dizer se era noite ou dia.
"...Pessoal?"
Ela não recebeu nenhuma resposta além de seu eco.
"M-Meiko? Leo-kun? A... Ayato-san!?"
Yui puxou a bolsa e buscou o celular...
Sem bateria. Ela sentiu seu corpo tremendo no lugar...
Fuja!
Levou alguns momentos para ela acalmar seus nervos o suficiente para colocar novamente um passo à frente do outro. Mas o pulso furioso dentro dela não baixou um único momento.
Ela precisava sair dali... Não havia nada além do silêncio naquele quarto vazio.

Ela seguiu para fora, abrindo a porta... Era um prédio, notando-se as escadas e os elevadores próximos. Tudo estava em condição igual ou pior do que a sala da qual ela havia saído. Ela correu até o elevador, mas o botão não se acendeu ao ser pressionado... Estava quebrado. Espere, porque eu estou sequer pensando em usar o elevador em um prédio em ruínas? ...Iria provavelmente quebrar comigo dentro...
Ela sentiu um arrepio gélido descendo pela coluna com o pensamento.

Ela correu na direção das escadas... E desceu um lance. Elas estalaram perigosamente quando ela pôs um pé, e Yui apoiou-se contra a parede para conseguir medir distâncias. Está tão escuro... Seu cérebro assustado a advertia do perigo, mostrando imagens do que poderia acontecer se ela errasse um degrau... Ela estava sozinha. Ela não teria como pedir socorro...
Tremendo, ela sentou-se em um deles e começou a deslizar daquela forma até a porta no andar abaixo, e abriu-a.
Havia um grande cômodo em grente. Uma sequência de cadeiras, grandes e avermelhadas, subiam em degraus frente dela. Um cheiro de mofo se saída dos tecidos, e ela cobriu o nariz... Espere...
Uma súbita realização começou a preenchê-la... E aquilo a assustou. Ela se virou para trás...
"Oh não..."
Ali estava. Uma gigantesca tela. Rasgada em fiapos.
O cinema perto de sua casa.
"...O que aconteceu..." Não, não... A pergunta real era... Como ela havia chegado ali com o lugar naquelas condições? Ela não tinha se movido do lugar, certo? Ela havia sido carregada...? Mas quem a traria ali...?

...Oh.
É claro.
Por que a idéia não havia lhe ocorrido antes? Era tão simples... Tão óbvia...

Eu estou sonhando.

Ela provavelmente estava tendo um pesadelo. Seria perfeitamente lógico. E explicaria muita coisa... Algo naquilo restaurou uma parcela de coragem dentro dela.
Claro! Ela apenas precisava se forçar a acordar...!
Pensando dessa forma, ela andou com mais calma até a porta de saída da sala. Ali estava, como esperado, a bilheteria em pedaços e o bar... Ela saiu para uma rua. Uma rua repleta de carros vazios, semi-destruídos. Alguns deles estavam chocados em postes, colididos uns com os outros... Ou entrando parcialmente no térreo de construções vizinhas, invadindo vitrines ao redor. Rachaduras seguiam pelo asfalto em todo lugar.
A sequência de prédios ao longe seguia progressivamente pior ao que ela estava... Um deles parecia ter desabado completamente. Os escombros preenchiam a rua...

Graawln...rrr...!
Uma criatura negra, quadrúpede, também. Ela a encarou por um momento e ela não demorou muito para percebê-la ali.

Seu corpo era negro, de aparência viscosa. Sua cabeça era fina, e o osso da mandíbula era exposto... Parecia metálico. Finos dentes eram visíveis saindo dele. O corpo inteiro era absurdamente magro e longo... Porém parecia musculoso... Um predador. Um jaguar negro e venenoso. Feito para correr. Haviam duas fendas crânio... Yui supôs que deveriam ser narinas. Elas se contraíram com sua presença.

Ele não possuía olhos... Mas um rosto estranho cobria parcialmente sua testa. Aquilo era uma máscara...? Ela parecia ter sido esculpida em seus ossos.
A fera se virou lentamente em sua direção, rosnando.

...É mesmo. Se eu levar um susto grande, eu acordo certo? Yui ficou ali, imóvel. Ela se perguntou se ela teria que ver muito do pesadelo após o susto para despertar. Provavelmente seu coração acelerando rapidamente no mundo real iria bastar... O jaguar mascarado pôs um pé em frente ao outro e se curvou lentamente para frente, como se preparando para disparar na direção dela. Ela o encarou de volta.

"Então... Venha. Me mate de uma vez."

Ela também começou a andar lentamente na direção da besta.



Hideyoshi Chouko CS: 0
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